Do processo ao material pronto para a IA.
Escolha o que precisa fazer. A plataforma organiza os arquivos no seu navegador e entrega um resultado pronto para revisão.
O que você precisa fazer agora?
Busque pela tarefa ou escolha o resultado que deseja obter. Cada opção abre diretamente o módulo correspondente.
A plataforma cresce com os problemas do trabalho jurídico real.
O conjunto de ferramentas não é fechado. Novos recursos entram continuamente, e os módulos existentes são aprimorados a partir dos testes e das contribuições de quem usa a plataforma. Conte qual tarefa consome tempo, onde ocorre o retrabalho e como seria um bom resultado. Essa descrição pode orientar a próxima solução.
Três passos. Nenhum upload.
Leitura, segmentação e extração são tarefas determinísticas, feitas por heurísticas no seu computador, sem custo de token nesta etapa. À ferramenta de IA que você usa depois, com os custos e limites dela, sobra apenas o que ela faz melhor: redigir. Toda saída daqui é material de apoio para a sua revisão.
Escolha o arquivo
PDF dos autos ou peça em Word. O arquivo é aberto pelo navegador, na sua máquina, e nunca é transmitido.
Revise o índice
Veja cada peça identificada, ajuste a classificação se for o caso e selecione o que entra no resultado.
Leve à IA
Copie o Markdown, o dossiê ou o prompt montado e cole na ferramenta de IA que o seu escritório usa.
Desenhada na direção da Resolução CNJ nº 615/2025.
A Resolução CNJ nº 615, de 11 de março de 2025 (texto compilado, com as alterações posteriores), fixa as diretrizes para desenvolvimento, uso e governança de soluções com inteligência artificial no Poder Judiciário. Três de suas exigências orientam o desenho desta plataforma.
Anonimização na origem.
A Resolução manda anonimizar dados sempre que possível, torna a medida obrigatória para dados sigilosos e veda o compartilhamento de dados custodiados pelo Judiciário que não estejam anonimizados ou pseudonimizados na origem. O Anonimizador faz exatamente isso, antes de qualquer texto chegar a uma ferramenta de IA, e sem que o documento saia da máquina do usuário.
Supervisão humana em todas as etapas.
A norma exige participação e supervisão humana e sistemas que permitam modificar o produto gerado. Aqui nada é automático: o índice de peças é conferido, a seleção é do usuário e toda saída traz o lembrete de revisão obrigatória.
Nenhum dado sob custódia de terceiros.
Leitura, segmentação, extração e pseudonimização rodam no navegador. Os documentos processados não são enviados, armazenados nem retidos por esta plataforma. Quanto ao conteúdo dos autos, a conformidade com a Lei nº 13.709/2018 não depende de contrato com fornecedor de nuvem; o cadastro de acesso, esse sim, tem operadores identificados na política de privacidade.
As ferramentas desta plataforma não decidem, não valoram prova nem aplicam norma ao caso: organizam material para o profissional. Cabe a cada tribunal a avaliação de risco prevista nos arts. 9º e 11 da Resolução e no seu Anexo.
Prompt bom é prompt com estrutura.
Todo prompt do banco segue a mesma anatomia: papel atribuído à IA, contexto e base normativa, tarefa, formato de saída, vedações e campos de preenchimento. Nenhum deles pede à IA que invente jurisprudência. Todos lembram que a peça passa por revisão humana antes do protocolo.
Para quem preenche campos.
Campos sinalizados como [CAMPO: ...], instruções sem margem interpretativa. Feito para colaboradores sem formação jurídica.
Para quem argumenta.
Estrutura preservada, margem para o advogado orientar a tese, a ordem dos capítulos e a estratégia de prequestionamento.
Da inicial ao recurso especial.
Organizado por tipo de peça e por fase do ciclo do caso, do primeiro contato ao trânsito em julgado.
Ferramentas mudam. Critério profissional permanece.
Cursos, vídeos e materiais para compreender a tecnologia, aplicar métodos seguros e revisar resultados com responsabilidade. A área reunirá formação autoral e conteúdos externos selecionados e validados por André Paradela.
Quer isso funcionando dentro do seu escritório?
André Paradela implanta sistemas de IA em escritórios de advocacia: diagnóstico de fluxo, banco de prompts e de peças, bots de auditoria de qualidade, dashboards e protótipos, com manual de uso e protocolo de revisão humana. O objetivo é a autonomia da equipe, não a dependência do consultor.